segunda-feira, 28 de maio de 2012

Aniversário do Primeiro Beijo


Então ela entra e atravessa o quarto em direção ao banheiro e ele quase não nota, está entretido demais com a TV. Costuma acontecer com frequência, às vezes só notava ela voltando e ficava imaginando que havia uma passagem secreta em outro canto da casa que dava ali no banheiro, mas ele nunca descobriu onde. Deitado na cama e cansado da rotina, sentia-se como se perdesse partes dos sentidos e virava um zumbi de tv.
 Estava assistindo desenho animado. Tetando se recordar porque gostava tanto deles quando criança, passava horas e horas assistindo aquelas coisinhas saltitantes e tagarelas. Foi então que um pensamento engraçado surgiu em sua mente:
"Se o pica-pau e o perna-longa lutassem, quem venceria? Os dois são bem apelões em quesito de passar a perna nos outros. Hum... Afinal, o que as crianças aprendem com esse tipo de desenho? Essas mensagens que os desenhos passam não são nada infantis... Mas se bem que assistir o Barney é o cúmulo... Criança nenhuma gosta daquilo, gosta? Deve ser um velho, gordo, peludo que veste aquela roupa de dinossauro roxo.
 Será que ele ganha bem?
 Será que esse é o nível mais alto que de repente um palhaço de circo consegue almejar?
 Por uma boa grana, eu vestiria uma roupa roxa de dinossauro e ficaria quicando pra lá e pra cá feito um bocó.
 Ninguém iria saber que era eu mesmo.”
 Ouviu o chuveiro, achou estranho, não lembrou ter visto ninguém passar para o banheiro.

 Ela entrou no chuveiro e por um instante esqueceu os pensamentos e só sentiu a água caindo pelo corpo. As tensões aos poucos foram aliviando, e em pouco tempo sair de baixo chuveiro parecia um grande tormento, e enquanto a água confortante lhe lavava o espirito uma pergunta vinha a sua cabeça:”Será que ele lembrou?”
  Era o aniversário de terceiro ano do primeiro beijo, ele tinha que lembrar!
 Saiu do chuveiro, e pegou a toalha, tinha a mania de se enxugar em frente ao espelho. Enquanto enxugava o cabelo uma brisa de vento arrepiante lhe atingiu o corpo e instantaneamente seus seios arfaram com um suspiro. Se olhou novamente no espelho, empinou o bumbum e deu um sorriso malicioso. Estava bonita, se sentindo gostosa, e por consequência, poderosa.
  Teve uma ideia, como ele não havia lembrado daquela data tão importante, ela iria provocá-lo com todas as suas armas, e no fim das contas daria um beijo de boa noite e em seguida se viraria e dormiria. Que bela vingança seria!
  Vestiu-se com a camisola que ele mais gostava, se perfumou bem de leve. Olhou novamente no espelho, estava pronta.

 Foi então que ela saiu do banheiro, e se encostou na porta, observando-o.
Como se sentisse o olhar dela fritando sua pele, ele estendeu os olhos em sua direção ao mesmo tempo que ia baixando o volume da TV. Desta vez se entreteve tanto com a visão, que baixou o volume da TV até ficar sem áudio.
 Mas não era pra menos. Lá estava ela, usando a camisola que ele mais gostava, aquela preta sem detalhes, uma das alças pendia um pouco pelo ombro, o tecido leve moldava-se perfeitamente sobre suas curvas. Seu olhar era de uma caçadora sobre sua caça, e era exatamente assim como ele se sentia, um assustado animal, intimidado por uma exímia caçadora.
 E ela sabia disso, e adorava aquela sensação de poder. De controle.
 Sim, ele era uma mera presa de seus atos, de seus lábios cheios com um sorriso devastador, de seu olhar penetrante... Ah, como era bom, saber que ele seria todo seu. E faria dele o que quisesse.
 Ela deu dois passos pra frente, o tecido dançou no seu corpo por um momento, logo se moldando novamente por suas curvas.
 Os olhos estavam fixos, uns nos outros, seria hipnose? Ele não soube dizer, simplesmente era impossível resistir aquele olhar.
 Ela deu mais dois passos e se sentou na cama.
 Tirou os brincos com calma e os guardou.
 Ela sabia que cada segundo prolongado naquele momento, eram de extrema importância para o seu plano.
 Se virou pra ele, dessa vez de joelhos sobre a cama, deu um beijo em sua testa e disse suavemente:
 -Boa noi...
 Subitamente ele a puxara para si e a beijara, um beijo ardente e prolongado.
 Foi então que ela sentiu tudo que havia planejado antes como jogo de sedução, se desmoronar. Percebeu que não era mais a caçadora. Assim que ele tocou sua pele, assim que seus lábios foram tomados, ela sentiu como ele tinha poder sobre ela, sentiu que não tinha força alguma pra lutar, sentiu-se a mercê de todos os desejos dele...
 Estava indefesa para todas as ações de seu homem. 
 E caramba, como aquilo era bom. Nem mesmo conseguiu evitar de morder o lábio inferior, quando ele cessou o beijo e a encarou novamente, lendo sua alma.
 Quando ele a tocou mais uma vez, pelas pernas e foi acariciando por baixo da camisola até a cintura, ela simplesmente derreteu-se em um arrepio e esqueceu completamente porque estava com raiva dele.

sábado, 14 de abril de 2012

Carlos e as religiões

Olá seres extra-planares, psiônicos e interdimensionais.

Hoje trago mais um texto daqueles curtos/diretos.

Espero que gostem. Não esqueçam de comentar, seja psiquicamente, seja por sonhos em estados de consciência duvidosa... Ou mesmo, pela caixinha de texto que fica lá no fim da página? Vocês conhecem ela?!

Abraços.




Carlos e as religiões


Carlos nasceu Católico porque assim sua mãe lhe ordenou.

Quando completou 12, achou que algo estava muito errado.

Nada de realmente bom havia lhe acontecido.

Mesmo ele indo todos os domingos a igrejinha do bairro, sempre contribuindo com o que podia e sendo uma boa pessoa.


Carlos era pobre. Muito pobre. Como a maioria dos cristãos.


Morava em um barraco em cima do morro.


Sabia que havia algo de errado com a religião que seguia.

Nada do que pedia em orações lhe era concedido.

Uma vez disse a sua mãe que achava que Deus não existia.

Levou uma surra.

Mas mesmo a surra não foi capaz de arrancar-lhe essa dúvida.


Dois anos depois, após sua mãe morrer doente, na porta do hospital, por ninguém querer atendê-la, Carlos decidiu tomar uma decisão importante na vida:


Iria correr atrás de um deus verdadeiro!


Seja lá onde ele estivesse.


Foi na Universal, mas acharam que ele era trombadinha. Nem chegou a entrar na igreja.


Desistiu da ideia de ser cristão.

Já que não era aceito na própria igreja, nunca seria aceito no céu.


Recorreu a macumba.

Mas quando levou a farofa de ovo pra encruzilhada, ao invés de oferecer aos Exus, comeu. Era o único alimento que tinha conseguido em três dias.


Ouviu falar de Espiritismo.

Mas quando teve sua primeira seção com sua mãe falecida, ela mandou o jovem criar vergonha na cara e deu-lhe mais uma surra por ter saído da igreja.


Decidiu ser mais extremo, foi atrás do Satanás.

Mas só encontrou o assistente.

O Seu Toninho parecia ser gente boa, mas também morava num barraco.

Concluiu que o capiroto era tão egoísta quanto Deus.


Virou ateu.

Mas era chato não poder por a culpa em ninguém.


Foi então que conheceu o canela seca*.

Era de metal.

Feio, pesado e enferrujado.

Mas quando carregava ele na cintura, era como se o mundo melhorasse ao seu redor.

Tinha poder.

Poder que nenhum deus havia lhe concedido antes.

E a única oração que precisava fazer era:

“Perdeu, playboy!”.




*vide:canela seca


sábado, 17 de março de 2012

Conversa de MSN

De longe essa é a maior besteira que já escrevi.
Sério.





Conversa de MSN


Ele: Foda!

Eu: Foda boa ou foda ruim?

Ele: Foda ruim.

Eu: Foda ruim é foda.

Ele: Ãh?

Eu: Foda ruim é foda(ruim).

Ele: ...

Eu: Hahaha... foda.

Ele: boa ou ruim?

Eu: ruim.

Ele: Num existe foda ruim.

Eu: Claro que sim.

Ele: Claro que não. Macho que é macho só basta ter o buraco e ele já tá feliz.

Eu: Mas tem a tal da broxa.

Ele: Broxar é foda. Foda muito ruim.

Eu: Na verdade, se broxar num tem nem foda.

Ele: Pior. Então broxar num é foda.

Eu: Verdade.

Ele: Então num existe foda ruim.

Eu: Claro que existe.

Ele: Não no sentido intrínseco da coisa.

Eu: No sentido fodástico da coisa.

Ele: Aí sim. Vem junto com o porra. Ou a porra.

Eu: Saca aew:

"Em Portugal, devido a baixa taxa de natalidade, as pessoas eram obrigadas a ter relações: F.O.D.A. (Fornicação Obrigatória por Despacho Administrativo), daí a origem da palavra FODA."


Ele: Fornicação é foda. Hahahaha

Eu: Quero ir pra lá. As pessoas são obrigados por lei a trepar.

Ele: Vai que um negão te quer! Hahaha!

Eu: Que carai de negão rapá. Tá doido!

Ele: Hahaha! Tou de zoação. Mas é sério isso aí?

Eu: Sei lá.

Ele: Foda!

Eu: Mas então, por que mesmo tu me chamou aqui?

Ele: Esqueci.

Eu: Aí é foda.

Ele: Boa ou ruim?


-fim-


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Aventuras de um adolescente


Olá, como vão? Entusiasmados como o novo ano?
Pois é... Somos dois então.

Hoje trago um conto diferente! Algo realmente bacana!
Se trata de um texto onde você faz escolhas pelo personagem. Onde você controla o destino dele e o desenrolar da historia.

Funciona assim, você começa lendo pelo número 1. E ao final de cada parágrafo você deve fazer uma escolha entre as alternativas citadas e ler o paragrafo com o número correspondente a sua escolha. E assim sucessivamente.

É isso, espero que se divirtam!

Obs:A arte aí é do google imagens, roubei descaradamente de alguém.





Aventuras de um adolescente

1. Você é uma pessoa muito entediada com a vida que tem. Seus familiares, seus colegas, seus vizinhos e amigos nunca te entendem! E por isso você é sempre escorraçado e humilhado em público.
Ontem você completou quinze anos e só cinco pessoas foram ao seu aniversário...
Ao descobrir que sua popularidade está em queda, toma uma importante decisão que mudará sua vida entediante para sempre: fugir de casa!
Se você deseja fugir de casa ainda de madrugada, vá para o 2.
Caso queira passar mais uma noite nos aconchegos de sua cama, com estampas da Xena seminua e sair só pela manhã, vá para o 3.

2. “Quando mais cedo sair desse buraco, mais rápido estarei em um lugar melhor!” - você pensa já saindo de casa em plena madrugada. Carregando consigo uma mochila, com roupas, um pouco de dinheiro e outros itens que vossa senhoria julgou necessário levar. Itens que provavelmente serão de suma importância, são eles: o mini-game, o urso de pelúcia Tedy e sua meia cor de lima da sorte...
E então? Agora que saiu de casa, pra onde vossa desgracença pensa em ir?
Para a rodoviária. Vá para o numero 4.
Para a estação de trem. Vá parar o 5.
Para o aeroporto. Vá para o 6.

3. “Só mais uma noite e eu estarei longe deste lugar miserável!” - você pensa já indo dormir, mas antes, arruma bem a mochila com roupas, dinheiro e itens muito importantes para viagens deste tipo: sua coleção de quadrinhos e outras revistas essenciais (incluindo a playboy da Xuxa), seu gel de cabelo “nem furacão bagunça” e sua figurinha número 1 dos x-men.
Como prometido, ao cantar do galo você acorda e sai de casa sem ser percebido. E agora? Pra onde vai?
Para a rodoviária. Vá para o numero 4.
Para a estação de trem. Vá para o 5.
Para o aeroporto. Vá para o 6.

4. Você chega à rodoviária e procura logo um guichê para, assim, efetuar a compra de sua passagem. Sua senhoria observa a empresa com o slogan mais criativo (Te levamos até onde Judas percebeu que tinha perdido as botas!), se direciona até o local e pede uma passagem, para o lugar mais longe possível. A moça lhe vende a passagem sem uma única pergunta. Sorte sua viver num país de merda!
Olhando pro horário de viagem, você percebe que ainda tem muito tempo livre. O que deseja fazer?
Tirar uma soneca, caso não tenha feito. Vá para o 8.
Continuar acordado e dar umas voltas por aí. Vá para o 10.

5. De repente você se lembra que mora em uma cidade cocô, num estado lixo situado no extremo norte de um país desgraçado, e que onde você mora não tem estação de trem. Vá para o 6.

6. Você quer ir a rodoviária? Vá para o 4.
Você quer ir ao aeroporto? vá para o 7.

7. Você chega ao aeroporto, e sem demora vai comprar sua passagem. Mas a mulher do caixa diz que você é jovem demais para viajar só, e que precisa da companhia de um maior de idade responsável.
O que vai fazer?
Procurar alguém que finja ser responsável por você, Vá para o 9.
Tentar a sorte na rodoviária. Vá para o 4.
Ir para a estação de trem. Vá para o 5.
Desistir dessa merda toda e ir pra casa. Vá para o 11.

8. “Ah que sono!” - você se espreguiça já se deitando no banco e sem demora começa a sonhar com a vida longe desta merda de lugar!
Algum tempo depois você acorda e ainda está de pinto duro por causa do sonho quando percebe que sua bolsa sumiu! Desesperado você xinga todos os palavrões que aprendeu em todos esses anos de escola e começa a procurar pela bolsa.
Após matar mentalmente 312 vezes diferentes o ladrão que lhe surrupiou, você desiste da busca e decide voltar pra casa, vá para o 11.

9. ”Maldição!” - você pragueja. Logo em seguida começa a procurar alguém que lhe possa acompanhar, e para a sua surpresa você vê sua professora de língua estrangeira. Um rápido flashback lhe vem à mente, é a lembrança dela dizendo que tiraria licença pra viajar com o marido. O que vai fazer?
Pedir pra ela levá-lo junto. Vá para o 12.
Procurar outra pessoa, vá para o 13.
Ir para casa, vá para o 11.
Você deseja ir pra rodoviária, vá para o 4.
Ir para a estação de trem. Vá para o 5.

10. ”Que dormir cacete nenhum! Eu vou é dar umas voltas por aí!” - você pensa já andando em direção à praça de alimentação, e sua barriga ronca. Sim, a fome está lhe corroendo, já faz um tempinho que você não come... Você se encaminha em direção ao Mcdonalds mais próximo. Ao pegar sua carteira e ver quanto de dinheiro tem, uma descoberta decepcionante lhe atinge: só lhe restou 5 reais!
E com 5 reais no McDonalds você pode comprar apenas 25ml de refri (aqueles copinhos de café) ou um suquinho.
O que você faz?
Compra o refrigerante. Vá para o 14.
Compra o suquinho, vá para o 15.
Compra merda nenhuma e fica com fome mesmo, vá para o 16.

11.Você chega em casa esperando ouvir que vai receber a maior surra da sua vida, e vai logo preparando o couro. Mas pra sua surpresa nada acontece. Ninguém em sua casa nem ao menos sentiu a sua falta...
Você vai até o banheiro e percebe que só tem duas escolhas:
Virar emo. Vá para o 17.
Suicidar-se a si mesmo yourself-myself. Vá para o 19.

12. Você se aproxima da sua professora e pode perceber que ela está chorando. A professora Carla, apesar de ser bonita, sempre foi uma boa pessoa com você. Sua voz sai triste em perguntar:
-Você está bem?
-Eu tou legal... -ela responde enxugando as lágrimas- O que você está fazendo aqui?
Você responde dizendo toda a verdade e ela já com um sorriso no rosto lhe diz:
-Meu marido que exploda! Nós iremos pra a Miami!
Sim! Finalmente você conseguiu sair desse lixo de cidade!
Ainda bem! Porque eu já não te aguentava mais! Vai te bora mermo bixa! Desgraçado desse, só pra me perturbar mesmo... Não sei onde eu tava com a cabeça quando aceitei esse emprego de narrador, puta que pariu! FIM.

13. Você sabe que a ideia de falar com a professora é muito arriscada, então decide procurar outra pessoa para lhe acompanhar.
Você passa o dia todo feito um mendigo pedindo para os outros que te levem, mas ninguém tem coragem de andar com um cara chato como você!
No final das contas você fica na merda, como sempre esteve!
Que ir pra Rodoviária? Vá para o numero 4.
Estação de trem? Vá para o 5.
Nada disso?!
Então vá pra casa, vagabundo! É o melhor que tu faz! Vá correndo pro 11!

14. Você decide dar seu dinheiro em um mísero gole de refrigerante. Agora você está com fome, sede e sem dinheiro, pra largar de ser besta!
O que vai fazer agora?
Ir dormir, se não já tiver feito, vá para o 8.
Esperar o ônibus, vá para o 18.

15. Você então pede um suquinho, daqueles ki-suki congelados em saquinhos plásticos que mais parecem preservativos usados. Após terminar sua gloriosa refeição, algo estranho começa a contorcer em sua barriga. Em seguida, você cai desmaiado e morre logo em seguida.
Lá do inferno você pode ver sua família ficando milionária porque processaram o McDonalds por terem te vendido um suquinho fora da validade. Ihh, se fudeu, mané! FIM.

16. ”Não vou gastar meu dinheiro com coisas insignificamente fúteis !”
Você tem esse glorioso pensamento saindo do local.
O que tu vai fazer agora, porra?
Dorme aí, se ainda não fez isso. Vá para o 8.
Pegar o ônibus que dá mais futuro. Vá para o 18.

17. Você pega o lápis de olho da sua irmã, e o seu gel de cabelo.
De hoje em diante você será emo! Uma pessoa que tem medo de baratas, uma pessoa que chora sempre que assiste “os batutinhas” e um ser que pratica atos sexuais com criaturas do mesmo sexo. FIM.

18
. Finalmente o ônibus chega, com duas horas de atraso.
Sua viagem tem início e duas semanas depois você morre de desnutrição, por tanto vomitar dentro do ônibus. Você sempre foi uma pessoa de estômago sensível. FIM.

19. Como toda sua vida é um gigante monte de cocô, você decide se suicidar a si mesmo yourself-myself. Você sobe no telhado da sua casa pra se atirar, mas como o telhado já estava velho, ele quebra e você morre antes de pular. *RIP
Já chega dessa merda por hoje, é o fim!

20. Não existe nenhuma forma de chegar aqui, então se você tá lendo isso você é um puta de um ladrão mentiroso! Rouba até em joguinhos bestas como este!
É por causa de gente como você que o Brasil não vai pra frente. Bando de raça ruim do inferno! Vão tudo se fud...