terça-feira, 17 de agosto de 2010

Uma singela declaração...

Dia 17 de julho.
Dia mais feliz de minha vida.



Tenho uma mania feia de prometer coisas...



Soneto Para a Minha Fernanda

Um soneto devo escrever
Para o amor de minha vida ler,
Gostar e se surpreender
Com o que eu tenho a dizer

Às vezes me sinto perdido no mundo
Tenho vontades desnecessárias
Mas você me domina em um único segundo
Arrancando minhas mágoas

Fico sem palavras... Uma sensação de primeira vez
Você permanece calada... Dando razão à sua sensatez
Me sinto um nada... Sentindo seu poder de lucidez
E sua feição rosada... A amar toda minha estupidez

E num último suspiro ser só teu
E que nunca nos pertença o Adeus




E que quando não puder te encontrar na tela do computador, ou no auto-falante do celular... Que esteja em minha mente.
Quando as palavras não forem mais necessárias, só os seus gestos já me bastam.
Quando nossa musica tocar e não sabermos dançar... Só o silêncio será suficiente.
Quero degustar de cada sorriso seu, mesmo que a piada não seja minha.
Sua beleza para mim está em tudo que te rodeia. Tudo que te pertence.
Se um dia ficar cego, que teu corpo me guie.
Quero ter a eternidade ao teu lado... Mesmo se a eternidade durar apenas algumas horas.
Que eu tenha coragem de subir até o topo da macieira, sempre que quiser te ver.
E na madrugada, quando sem assunto ficamos, sua respiração me acalma.

Não importa... Em todos os momentos, te levo comigo. Mesmo você estando à milhares de quilômetros...
E é por isso, que pergunto:


quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Return...?


Enfim, voltei.
Quer dizer... Sempre estive aqui.
Mas enfim postei uma desgraceira nova nessa merda de blog.
Revoltado?

Nada.

Só triste por não trazer um conto ou "algo reflexivo".
Prevejo escrever mais este tempo, mas nunca fui bom vidente.
Então pra galera (um ou dois peladinhos) que andam esperando algo interessante pra ler aqui esses tempos: me perdoem.

Pra não ser uma postagem completamente inútil... Decidi falar de mim.
[leitor fechando a janela do blog agora]

Mas falar o que? -Não faço idéia.
Acontecimentos recentes? -Pouco interessante.
Vida amorosa? – [...]
Sonhos Perdidos? –Besteira, todos ainda tão de pé.
Filmes? Livros? –Melhor não.
O Tédio? –Completo e absoluto.
Sim. Este dominador de mentes maléfico, criador do nada, inspirador da insatisfação.
Persegue-me.
Eu fujo.
As vezes até corro.
Mas é só eu parar pra respirar, e lá está ele.

Maldito.

Mas foda-se o tédio.
Percebi que sinto saudade.
De que?

De mim.
E situações que me metia.

Sinto falta de uma noite.
Uma madrugada.

Sinto falta de uma tarde.
De um lugar.

Sinto falta de uma pessoa.
Uma moça.

Mas acredito que amanhã, sentirei falta de hoje.
Porque nostalgia é minha droga.
Um viciado em lembranças.
Caçador de momentos.
Experimentador do novo.
Criador da felicidade.
Felicidade não se procura e se acha.
Somente se cria.

Do nada...


...ou do tudo.